19 agosto, 2010

Pense nisso e reflita



via Caldeirão de Ideias de robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire) em 07/08/10


"Os analfabetos do próximo século não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que se recusam a aprender, reaprender e voltar a aprender"

16 agosto, 2010

Twictionary

Sent to you by Sueli via Google Reader:



via Caldeirão de Ideias by robsongarciafreire@gmail.com (Robson Freire) on 8/6/10


Para quem já é usuário do Twitter, palavras como "baleiar" e "tweet" fazem sentido. Já para quem está de fora... Pensando nisso, usuários do site criaram o Twictionary. Confira abaixo alguns dos verbetes que, junto com suas definições em português, estão disponíveis no Twitter Brasil (www.twitterbrasil.org):

# ou hashtags - no Twitter o emprego do símbolo # (também chamado de hashtag) antes de uma palavra serve para identificar o assunto.

@ - símbolo usado antes do nome de algum usuário para direcionar a mensagem a ele ou para se referir a ele.

Baleiar - verbo criado a partir das sucessivas vezes em que o Twitter saía do ar e no lugar aparecia a imagem de uma baleia. Sinônimo aproximado de "sair do ar".

Fail Whale - baleia simpática que costuma aparecer quando o Twitter sai do ar.

Follow - termo em inglês que significa "seguir" alguém.

Follower - termo em inglês para "seguidor", ou seja, todos os contatos que acompanham as atualizações de alguém.

Following - termo em inglês para "seguindo", ou seja, todos os contatos que são acompanhados por alguém.

Twerd - um twitteiro nerd

Twitiqueta - Twitter + Etiqueta: as regras relativamente não escritas de conduta no Twitter

Egotwistico - tendência a falar excessivamente sobre si mesmo no Twitter

Twídia - mídia com presença no Twitter

Tweet ou twittada - nome dado a cada mensagem postada no Twitter

Twittar - verbo, ação ou efeito de postar alguma coisa no Twitter

Twitteiro - usuário do Twitter

Twequilíbrio - quando o número de followers e following é praticamente o mesmo

Twerminologia - o estudo da terminologia do Twitter

Twewbie - um novato no twitter (newbie)

Twittervista - entrevista feita através do twitter

Twirtar - a arte de flertar através do Twitter

Twitteratura - literatura no Twitter

Twistórico - o conjunto de atualizações de um determinado usuário

Twinfluenciador - um usuário do twitter que influencia outras pessoas

Twitterholic - viciado em Twitter

Twittersação - conversação realizada através do Twitter

Twincidência - quando uma coincidência acontece no Twitter, como no caso de dois ou mais usuários postarem sobre a mesma coisa simultaneamente.

LINKS RELACIONADOS


A Ciência na Escola

Sent to you by Sueli via Google Reader:



via Educação a Distância by Ana on 7/31/10


De tempos em tempos aparece um cientista pop, uma espécie de Professor Pardal com uma incrível capacidade de atrair corações e mentes. Em meados dos anos 1980, Carl Sagan era a grande referência, nos anos 1990 apareceu o Stephen Hawking e sua breve história do tempo e, atualmente, a estrela da hora é Michio Kaku. Eu poderia incluir o nosso representante brasileiro, Marcelo Gleiser, mas não tenho certeza se ele se enquadra no perfil pop, assim como Sheldon Cooper - do seriado "The Big Bang Theory"- está fora do ranking por razões óbvias (apesar do episódio com seu debate sobre a teoria das cordas ter me esclarecido muito mais do que muitas palestras sobre o tema). Todos eles escreveram livros tentando tornar a ciência mais "acessível" ao grande público, deram entrevistas em programas de televisão e saíram com frequência em jornais e revistas. A entrevista do renomado físico popstar Kaku traz algumas questões interessantes sobre o que é a ciência, sobre a necessidade de sua permanente divulgação e os seus benefícios para a humanidade. Kaku é categórico ao afirmar (ainda que exageradamente) que a ciência é a única fonte de progresso e das melhorias para a humanidade. Embora eu discorde da neutralidade da ciência e sua capacidade de mudar o mundo sempre de forma positiva, estou de acordo que ela precisa ser acessível. Isso significa que a ciência tem que fazer parte da Educação Básica, o objetivo no ensino das disciplinas da grade curricular deveria ser a sistematização do conhecimento e a construção do pensamento científico. Quando eu estava escrevendo a minha dissertação, eu usava o verbo "achar" a torto e a direito até que um dia o meu orientador me disse: ou você tem certeza e afirma, ou vai embora! Ora, eu passei todo Ensino Fundamental, o Ensino Médio, a Graduação e uma Especialização sem que nenhum professor me corrigisse. Eu "achava" e ganhava dez, quase sempre... Poderíamos pensar que hoje é diferente, afinal os tempos mudaram. Mudaram mesmo, porque os professores continuam repetindo mecanicamente os livros didáticos e não dão conta do volume de informação (muitas equivocadas) que os alunos trazem em suas pesquisas no mundo virtual. Não se consegue sistematizar o volume de informações, as informações não são transformadas em conhecimento e metodologia parece o nome de uma doença de pele que ninguém sabe bem como curar. Enquanto isso, na minha cidade natal, os gestores públicos estão colocando técnicos dentro das salas de aula com cronômetros (deve ser para calcular em quanto tempo eles vão f* de vez com a educação). Kaku está certo, é preciso difundir a ciência para os leigos, mas seria bem melhor se ela fosse propagada ainda na Educação Básica. Aí sim, poderíamos produzir ciência e cientistas.