17 janeiro, 2007

Juventude



"A juventude não é um período da vida, ela é um estado de espírito, um efeito da vontade, uma qualidade da imaginação, uma intensidade emotiva, uma vitória da coragem sobre a timidez, do gosto da aventura sobre o amor ao comodismo. Não é por termos vivido um certo número de anos que envelhecemos... envelhecemos porque abandonamos o nosso ideal. Os anos enrugam o rosto, renunciar ao ideal, enruga a alma. As preocupações, as dúvidas, os temores, os desesperos, são inimigos que lentamente nos inclinam para terra e nos tornam pó antes da morte.Jovem é aquele que se admira, que se maravilha e pergunta como a criança insaciável: "E depois?". Que desafia os acontecimentos e encontra alegria no jogo da vida. És tão jovem quanto tua fé. Tão velho quanto a tua descrença. Tão jovem quanto a tua confiança em ti e a tua esperança. Tão velho quanto o teu desânimo. Serás jovem enquanto te conservares receptivo ao que é belo, bom e grandioso. Receptivo às mensagens da natureza, do homem e do infinito. E se um dia teu coração for atacado pelo pessimismo e corroído pelo cinismo, que Deus então, se compadeça de tua alma de velho!"

02 dezembro, 2006

Fase de Conclusão de PA


Olá pessoal!
Nestes últimos dias tenho trabalhado na finalização do Projeto de Aprendizagem de nosso grupo. Estamos analisando o mapa, discutindo sobre as alterações a serem realizadas, e anotando idéias para a construção de nosso texto final. É ótimo estarmos concluindo mais esta etapa!

17 novembro, 2006

Arquitetuta de Inclusão

Um exemplo de uma arquitetura que busca a inclusão e o bem comum, uma postura ainda minoritária.



02 novembro, 2006

Como se desenvolve o raciocínio?


Segundo Piaget, o desenvolvimento do raciocínio se expressa em etapas:

- FASE SENSÓRIO MOTORA (0 A 2 ANOS)
Caracteriza-se por mecanismos sensório-motores, no contato com a realidade, com ausências de manipulações simbólicas. Este período é constituído por 6 estágios:
1. ESTÁGIO: a criança não diferencia o objeto das suas sensações; com relação ao tempo se confunde com as impressões de expectativas e de esforço, sem distinção entre o antes e o depois.
2. ESTÁGIO (1 a 4 meses) : é mais pré-imitativa do que imitativa.
3. ESTÁGIO: a criança é freqüentemente vista imitando sons e movimentos feitos por outras pessoas; procura um objeto fora de seu campo visual; no espaço próximo começa a perceber a si próprio (mão, braço, interagindo com os objetos) mas numa organização indiferenciada onde a ação e o objeto se confundem.
4. ESTÁGIO (8 a 12 meses): imita modelos novos; começa a procurar ativamente objetos ocultos; relaciona pela 1ª vez um objeto como meio (que ocorre antes) de um fato que é fim (ocorre depois).
5. ESTÁGIO (1 ano a 1 ano e 6 meses): além de repetir e variar uma ação, ela complica pelo prazer de fazê-lo; aprende a procurar o objeto no local em que foi visto pela última vez; possui uma capacidade maior de seriar os próprios acontecimentos.
6. ESTÁGIO: (18 meses em diante): é capaz de fingir e fazer de conta; imagina, independente das suas ações uma série de objetos concretos que existe permanentemente no espaço; é capaz de controlar seus movimentos no espaço; possui organização ordenada de acontecimentos relacionados com ações.

- FASE – PENSAMENTO PRÉ-OPERATÓRIO
(2 A 7 ANOS)
Caracteriza-se pelo aparecimento acentuado das representações mentais, desenvolvendo as funções simbólicas. É dividido em dois estágios:
1º Subestágio – nível pré-operatório: a linguagem é um acompanhamento da ação, baseada em imagem.
2ª Subfase Intuitiva: caracteriza-se por um esforço considerável de adaptação à idéia de uma forma semi-simbólica de pensamento que é o raciocínio intuitivo, havendo uma exploração de vários traços do objeto, na busca de um todo, sendo que o erro é de ordem perceptiva. O progresso ocorre na medida em que o sujeito examina as configurações do conjunto, de maneira a relacionar duas dimensões, mas não amplia as suas conclusões sobre compensações e conservações porque ainda está muito presa às imagens perceptivas.

- FASE DE OPERAÇÕES CONCRETAS (7 AOS 11 ANOS)
Durante este período, as deficiências do período anterior são, em grande parte superadas. A criança adquire o conceito de conservação ou o princípio de invariância, por exemplo, se pegar uma mesma massa e transformá-la ora numa bola, ora numa salsicha, a quantidade não varia, simplesmente por ter mudado a forma. Além disso, a criança adquire o conceito de reversibilidade: no pensamento, as idéias podem ser retomadas, a situação original pode ser restaurada, as coisas transformadas podem voltar às suas origens. Possui capacidade de ordenar os objetos tendo em vista uma qualidade padrão, isto se dá porque consegue estabelecer relações. O mesmo processo se dá em relação a percepção espacial-temporal, isto é, todas as características de flexibilidade (reversibilidades) e constância de elementos aparecem na percepção de causa e efeito.

- FASE DE OPERAÇÕES FORMAIS (11 OU 12 ANOS)
Tem início na adolescência. O adolescente pode raciocinar dedutivamente, fazer hipóteses a respeito de soluções para o problema, pensar simultaneamente em várias hipóteses. É capaz de raciocínio científico e de lógica formal e pode aceitar a forma de um argumento, embora deixe de lado seu conteúdo concreto, de onde se origina o termo "operações formais". Considera leis gerais e se preocupa com o hipoteticamente possível e também com a realidade. Já não precisa limitar sua percepção a situações imediatas e ao concreto. O indivíduo que atingiu as operações formais tenta por à prova suas hipóteses, seja mentalmente ou através de experimentos reais. Finalmente o adolescente perceberá o outro, entrará no processo afetivo ou imaginativo de forma mais flexível que anteriormente, usando nas suas interpretações e avaliações hipóteses mentais elaboradas ou mesmo criadas, tendo a capacidade de confrontá-las com a realidade.A criatividade atinge a maturidade em relação ao demais estágios. Há diferenciação nítida entre o EU e o objeto. Há uma valorização total no pensamento e uma desconsideração aos obstáculos práticos.

Fonte:
abrae

23 outubro, 2006

Aprendizagem Colaborativa

Vale a pena ver este vídeo sobre Aprendizagem Colaborativa, do curso Wiki prá que te quero? Moodle Brasil - By Júlio Mouro.


Hiperatividade


Este vídeo sobre o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade/Impulsividade - TDAHI) ou DDA ((Distúrbio do Déficit de Atenção), é narrado pelo Dr. Paulo Mattos, um dos maiores especialistas brasileiros no assunto.

19 outubro, 2006

Conteúdos Curriculares


Considero que foi muito importante procurar identificar os conteúdos curriculares nos projetos, porque a cada questionamento “surgia” um novo conteúdo. Para mim, esta atividade afirmou a proposta que é de aprender conteúdos por meio de procedimentos que desenvolvam a própria capacidade de continuar aprendendo, num processo construtivo e simultâneo de questionar-se, encontrar certezas e reconstruí-las em novas certezas, e também, que a troca proporciona uma constante atividade operatória de construção e reflexão.

08 outubro, 2006

Estudos



Olá...
Estas últimas semanas foram de bastante trabalho e estudos. Nosso grupo está pesquisando sobre a hiperatividade (TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade). Descobri que além do déficit de atenção “natural”, também há o déficit de atenção “induzido”. As pessoas que tem déficit de atenção induzido apresentam os sintomas em ambientes ou períodos de stress. Os principais sintomas são a distração e a dificuldade para se organizar e definir prioridades. Segundo o psiquiatra Edward M. Hallowed, uma das possíveis causas do crescimento da hiperatividade induzida está no avanço das tecnologias da comunicação, pois “adotamos seu ritmo instantâneo (...) Na prática, isso significa abrir e responder e-mails por impulso, perder-se na Internet...”.
E como recuperar a atenção?
__ Uma de suas dicas é:
“Não se comprometa a mais compromissos do que você possa cumprir.”



Leia o artigo “A Epidemia da Hiperatividade”, Revista Veja, Ed 1976, ano 39, nº 39 de 04/10/2006, pág. 127.